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Mc Feliz

Esse vídeo vai inteirinho para os senhores comentadores de um dos posts do meu vizinho Carlos Rodrigues do :Ilhas.

Mc Feliz,

E cá vai o post obrigatório de Natal. Mas esse com muito sentido.
É com um enorme orgulho que mostro essa foto do jantar de Natal de uma casa protege e salva desde 1875. Foram mais de 300 pessoas: bombeiros, familiares, funcionários, charanga, amigos, responsáveis pela escola nocturna, alunos (não bombeiros), cidadãos que estão a cumprir horas de serviço comunitário e suas família, o pai natal, o menino Jesus, quatro renas, um duende e duas ajudantes do pai natal. Ah! E o papagaio, as radical girls e os irmão de fogo. Como podem ver cabe toda gente naquela gente. E assim é que deve ser. Feliz Natal!

Mc Feliz vs Bojinov empurra mais este

200 litros de sopa foram distribuídas por um bom punhado de voluntários, este fim de semana, só na minha Ribeira Grande (e soube agora há pouco mais 200 litros em Ponta Delgada, pelos respectivos voluntários). Isso tudo enquanto aprimorávamos as viaturas para o desfile da Nossa Senhora da Conceição. Tudo isso feito por um grupo de voluntários, anónimos e que querem continuar anónimos! Há fome, há muita fome por aí, acreditem. Por isso vamos ajudar a calar essa fome. Nem que seja por um fim de semana. Enquanto isso, e quase à mesma hora, isso: "Tiago Monteiro exige ao Estado seis milhões de euros"

Mc Feliz - Artur Jorge é um...

Artur Jorge. “Vitória 400 do Mourinho? Ligue-me quando chegar às 500, 600 e por aí fora, sff” Bom dia, é o Artur Jorge? Sim, sim, bom dia. Daqui Rui Miguel Tovar do i. Como está? Olá, tudo bem, obrigado. Desculpe incomodá-lo antes de almoço, mas é rápido. Ora essa, avance. O Mourinho alcançou a vitória 400... Grande número, sem dúvida. Ligue-me quando atingir a 500.a, a 600.a, e por aí fora se faz favor. OK, ligo, mas antes diga-me se se lembra de ter chegado a esse número, em Novembro de 2001, pelo Al Hilal. Eeeeee, vai buscar cada coisa ao baú... Não pode ser, não tenho essa capacidade, até porque nunca fui uma pessoa muito ligada à estatística. Mas estou-lhe a dizer. Acredito em si, claro. E... Se foi em 2001, já foi há muito tempo [risos]. Repare, antigamente – e nesta sociedade dez anos já é muito tempo – não se ligava nada ou quase nada a esses números. Outros tempos, portanto. Claramente. Treinei tantos clubes. Belenenses, Portimonense, FC Porto. Depois aventurei-me em França, pelo Matra Racing, uma equipa com nome e prestígio. As coisas começaram a ser feitas antes de mim, mas o projecto era interessante. Acabámos por não fazer o pretendido e o Matra deixou de existir. A seguir... FC Porto, selecção nacional e outra vez França, agora PSG. Uma grande equipa, um projecto ambicioso com o Canal Plus a financiar. Enquanto houve dinheiro fizemos épocas formidáveis, com plantéis extraordinários: Ricardo Gomes, Valdo, Ginola, Weah, Lama... Pano para mangas. Sim, ganhámos a Taça de França num ano [1993], fomos campeões franceses no outro [1994] e eliminámos o Real Madrid duas vezes. Não é para todos. Por questões empresariais, não quiseram dar aquele título francês do Marselha [92/93] ao PSG porque havia muita gente do Canal Plus em Marselha. A seguir... Benfica e a Suíça. Fui lá para o Euro-96. A pessoa que lá estava [Roy Hogdson, entretanto contratado pelo Inter] queria regressar e arranjou confusão com os amigos jornalistas. Treinar uma selecção é sempre um momento especial, mas foi uma caldeirada, digamos assim. Tivemos azar no grupo: Inglaterra, Escócia – ambas a jogar em casa – mais a Holanda. Em função da qualidade da Suíça, foi um trajecto razoável. A seguir... Tenerife, em Espanha, Vitesse, na Holanda, novamente PSG, e virei-me para o mundo árabe. Primeiro o Al Nasr, em que chegámos a quatro finais num ano, depois o Al Hilal, em que fomos campeões nacionais com a equipa de reservas porque o plantel principal estava todo na selecção da Arábia Saudita. Acontece que lá o presidente manda mais que o treinador no preparo na equipa e isso não é bem assim. Pelo menos para mim. Por isso saí. Então... Para a Académica, em 2002. Ficámos na 1.a divisão e então embarquei para o CSKA Moscovo. Ganhámos a Supertaça russa [3-1 ao Spartak, após prolongamento] mas repetiu-se o problema do Al Hilal: um presidente que quer mandar mais que o treinador. Ele era amigo do Abramovich e queria ser campeão russo à 10.a jornada. Ora bem, se alguém aparece e quer fazer, faz sem mim. E agora, beco sem saída? Experimentei África, com a selecção dos Camarões. Acredita que não perdi nenhum jogo, fundamentalmente à custa dos jogadores de qualidade. Das melhores experiências da minha vida. Pena aquele penálti falhado no último minuto a privar-nos do Mundial-2006. Pena também pelo fervor do público e pelo entusiasmo dos jogadores. Nem imagina a tristeza no balneário, todos a chorar. Vejo aqui que depois se aventurou novamente no Al-Nasr e acabou no Créteil. França é um país do futebol. Quando pensamos em Paris, capital da Europa, capital da moda, capital da finança, com 20 milhões de habitantes, e só vemos uma equipa na 1.a divisão, quer dizer... Uma equipa que não é campeã francesa desde Artur Jorge, em 1994. Pois, ainda por cima. É um caso estranhíssimo, o de Paris sem clubes de primeira nem interesse. Lembro-me de passear em Paris sem qualquer incómodo – no bom sentido, digo. No Porto, por exemplo, era menos possível passar invisível, as pessoas querem-te mais, param--te a meio da rua e têm o prazer de falar. Em Paris é a indiferença. Agora não, é mais intenso. No meu tempo o Parc não enchia. Agora enche. Já lá fui ver um jogo esta época e o Parc a abarrotar. Quarenta mil, penso eu. Outros tempos, como lhe digo. Mourinho ganhou pela 400.a vez e ainda por cima foi assobiado na própria casa. Mais um dado da diferença de épocas. No meu tempo não havia assobios. Também é verdade que nunca estive no topo da montanha que é o Real Madrid. Digo-lhe uma coisa, Mourinho é um nome incontornável na nossa história, a de Portugal e a do resto do mundo, agora e daqui para a frente. Tem 400 vitórias em quantos jogos? 590. Quinhentos e noventa? E assobiam-no? É preciso [risos] coragem. Assobios no meu tempo só quando a minha equipa era assaltada em casa. Lembro-me de um PSG-Juventus [0-1], segunda mão das meias-finais da Taça UEFA em 1993. Fomos tão, tão, mas tão roubados, nem imagina. Aí assim, justificam-se os assobios. Assobiar o próprio treinador é que... Talvez não o façam na 500.a vitória, quem sabe? O que sei é que vou ligar-lhe nesse dia. Esteja à vontade, é um prazer. Tudo isso retirado daqui.

Mc Feliz

A sério que o meu pc está doente. Por isso estou com um emprestado (no papel) portanto, só tenho tempo para sublinhar três notícias, do Açoriano Oriental de hoje: "Portugueses "complacentes" com austeridade A população portuguesa é a mais “complacente” entre os diversos países da “zona de austeridade” na Europa, “pouco protestando” contra os cortes orçamentais ou aumentos de impostos, escreve o New York Times." Muito interessante. Resta saber quando é que o saco enche e essa "complacência" vai toda pró caral... perdão. Quase que me esquecia que o pc era emprestado. "Perseguição policial no Livramento Durante a tarde de quarta-feira, numa ação de fiscalização de cumprimento de medida de coação de prisão domiciliária, aplicada a um arguido suspeito de tráfico de estupefacientes, a PSP verificou que o mesmo estava ausente da sua residência na zona do Livramento. O suspeito foi localizado perto de um supermercado da localidade, mas ao avistar os elementos policiais, colocou-se em fuga, motivando uma perseguição policial. Ao ser alcançado pelos agentes, resistiu à sua detenção e obrigou ao uso de força, acabando por ser detido." O que é sempre giro de se ler. Imagem ver isso ao vivo. E por último, como sempre, deixei o melhor para o fim - sou eu e as crianças: "Padre manda expulsar fotógrafo O responsável pela Igreja Matriz de Ponta Delgada, padre Nemésio Medeiros, pediu, na tarde do passado sábado , ao fotógrafo profissional Rui Matos que abandonasse aquela igreja e, após recusa do último, mandou ligar para a PSP que acorreu ao local e conferenciou com o fotógrafo que, de seguida, saiu da igreja." Sim é ele mesmo De certeza que o padre Nemésio foi excluído da campanha do PDA: "Regionais 2012 Não fique de fora, concorra nas nossas listas, saiba como" Não se pode ter tudo. Era o PDA ou os meninos do coro...

Mc Feliz,

SIV - Suporte Imediato de Vida, a explicação, assim assim. Ainda tem algumas arestas* por limar mas estamos no bom caminho. *o 112 pode ser ainda mais rápido e mais SIV - uma na Ribeira Grande pelo menos (Praia da Vitória?!) e uma pelo menos nas outras ilhas. Mas mesmo assim continuo a achar que Pedro Carvalho foi o melhor que aconteceu ao SRPCBA.

Mc Feliz

Como a Merkel já manda em todos nós, o Candilhes, em coo-produção com a nossa amiga Carla apresenta um teste para saber, com exactidão cientifica, se temos mais um germânico a mandar lá em casa:



Podes fazer sem receio. Se der positivo sempre podes ir ao médico e começar o tratamento. Se der negativo, e te lembrares, podes-me convidar para lanchar…

Completa mentalmente as palavras seguintes:


_ARALHO

_INETE

_UNHETA

_ERDA

POR_A

F_DA

CO_A



Pronto?
Agora sem batota confere as respostas:


BARALHO

SINETE

CUNHETA

PERDA

PORTA

FADA

COLA

Pensas-te noutra coisa?
Calma, isso só prova que não tens Alzheimer.
É mente suja mesmo.

Mc Feliz

Sócrates tirou o curso, inteiro, num só domingo e eu recebi o dinheiro do Sata do ano passado, nesse domingo.

Agora sim, essas imagens transmitem emoção, não tanto como o Vitor Pereira, admito:

Mc Feliz - dia de todos os santos = todo o dia no sofá



Como não está um bom dia para ir passear para as pontes do Nordeste, de 160 metros, então fica-se no sofá, só porque o comando é Meo e da miss (quase Mrs F)!

Fiquem com a Sinéad Lohan que diz que não é nenhuma sereia. Não é mas canta muito bem. Pena é a tradução do filme: "Palavras que nunca te direi" para alguns é a tradução de "Message in a bottle":

Mc Feliz - já ganhei um copo!








Retirado da página 25 do Açoriano Oriental de hoje, 23 de Setembro de 2011.

Mc Feliz

Como estamos a meio do Verão, está na hora de apresentar o novo "summer hit". Quer dizer não é bem novo mas depois do Último a Sair nunca mais olhei para o Roberto Leal da mesma forma!



Pena não ter encontrado o dueto com o Rui Unas.



Só para lembrar que o ano passado foi esse.

Mc Feliz - Mergulho Nocturno

Peço desculpa pelo número reduzido de opiniões, aqui expressas, mas esses dias, ou melhor, noites, têm sido... como é que eu posso dizer isso... ocupados e exigentes:




Não, não temos ido mergulhado em Kona... quer dizer, dito dessa forma. Nada de confusões. O que eu quis dizer é que não temos ido mergulhar a Kona, Hawaii. Preferimos locais mais religiosos: ali por detrás do convento da Caloura ou nas Capelas.

Mc Feliz










Peço desculpa pela minha ausência mas a falta de nuvens faz com os meus tempos livres sejam passados em sítios sem cobertura wifi:


Não fiquem tristes. Eu estou mesmo mesmo ao virar da esquina. Pelo menos no 5 de Julho, às 22 horas:




Imagens do "forno interno" daqui e do livrodascaras.com de amigos.

Mc Feliz - Carlos Costa é um senhor!

Peço para decorarem um nome: Carlos Costa.

Já está?! Óptimo. É que ele amanhã é capaz de desaparecer, misteriosamente, do mapa.

Então não é que ele, governador do Banco de Portugal, quer agora que os políticos sejam responsabilizados por incumprimentos?!

Carlos, amigo, se precisares de sitio ara dormir, esta semana a camarata está com 2 camas vazias. Estás à vontadade.

Mc Feliz - aprender com os erros do passado, ou não...

"Os Açores já sonham com o turismo há um século. As ideias não mudaram muito... Dixit a professora e investigadora Fátima Sequeira Dias, numa palestra sobre “a defesa do turismo como projecto regionalista”, que abriu a segunda secção do Colóquio Internacional “Os Açores, a I Guerra Mundial e a República Portuguesa no Contexto Internacional”.

O problema é que estavam só três pessoas (mais o fotografo do AO, Eduardo Resendes, porventura), ontem, 6 de Abril, na Biblioteca Pública de Ponta Delgada:



Foto e notícia do Açoriano Oriental de hoje, 07 de Abril de 2011.

Mc Feliz - Dia do Pai

Como ontem foi o dia do pai e eu não tive tempo de estar com o meu pois fui resgatar o pai de alguém, ou pelo menos ía. Ou melhor: íamos - eu estava muito bem acompanhado: o quase Bombeiro de 1ª Classe e o grande Chefe José Nuno. Ainda bem que depois, já a caminho do socorro, lá conseguiram entrar em contacto com dito cujo pai e lá disse que ele é que não queria voltar. É a vida.

O problema é que mesmo com a maior Lua cheia dos ultimos 18 anos, com 30% mais luz do que uma noite de Lua cheia normal, resgatar alguém no Mar do Norte, à noite, não é uma forma muito agradável de passar um serão de Sábado. Não era a primeira vez - porque é que é sempre ao sabado?!- mas mesmo assim não era lá pera doce, não senhor. Ainda bem que o dito cujo pai de alguém, não quis estar com filho, ou muito menos com a mulher e preferiu estar no meio do Mar alto, no seu minisculo barquinho a remos, à noite, sem luzes, sem comunicações e agora, talvez, ou quase de certeza, sem a embarcação. É que a Polícia Marítima não brinca em serviço. E muito bem. Porque se aquele pai de alguém não tem respeito pela sua vida, também não tem que estar por aí a causar sobressaltos aos outros.

Com isso tudo perdi-me - ainda bem que não foi no Mar do Norte - ah! Estava a falar do dia do pai. Pois peço desculpa pai por não ter pedido jantar com vocês mas houve um pai de alguém que precisou, pensavamos nós, de ajuda.

Um abraço desse Jordão (junior).

Mc Feliz - Carlos Rodrigues



Perdemos um muito bom restaurante mas ganhamos um Carlos Rodrigues com uma nova alma. Dá-lhe companheiro:

"To whom it may concern,
A arte de fazer acreditar é difícil e assenta, sobretudo, na arte de comunicar – umas vezes mais e outras menos. Em qualquer uma das situações, essa arte vive dos grandes comunicadores, que sabem como fazer-se ouvir, até no silêncio ao qual muitas vezes se dedicam.

Transportando a visão acima descrita para o modelo democrático em que vivemos, assistimos a uma relação dialéctica entre os “comunicadores” que mandam e os “comunicadores” que, não mandando, são designados (incompreensivelmente, no meu entender) por oposição. De um lado os que incensam o que o poder instituído determina e “manda” fazer e, por outro, os que, na ideia dos anteriores, só vêem o que está mal feito.

Os artesãos (para não lhes chamar artistas) que propagandeiam, a seu bel-prazer, a informação, a desinformação e, até mesmo e muitas vezes, a contra informação, devem carregar sobre os ombros o peso, não o da responsabilidade (porque a sua "arte" assenta na leviandade), mas o da consciência que, propaganda após propaganda, vai aumentando, até se tornar absolutamente insuportável (já todos vimos acontecer o pior).

Coitados daqueles que, na desdita dialéctica, se apresentam com sentido crítico, pois, deles não reza a história. Isso de analisar as coisas, na tentativa de encontrar pontes e pontos de equilíbrio – entre o custo e o benefício, entre as desvantagens e as vantagens –, não serve o sistema.

Que se lixem as populações. Os eleitores é que têm que ser conquistados. E a dinâmica instalada – incentivada e gerida pela disponibilidade financeira que, noutras áreas, acaba por escassear – torna quase impossível o «simples» exercício da cidadania.

No entanto, tudo se torna muito mais fácil para os defensores do regime (seja ele qual for) que até se tornam, aparentemente, mais inteligentes, falando do alto da sua imensa sabedoria, pois, doutrinar as gentes ainda não sortidas neste self-service da política pasquinada é preciso e urge fazê-lo.

É por estas e por outras que quem discorda «só fala mal» e «é incapaz de ver o que é bem feito»."

Tudo isso retirado do :Ilhas que agora conta com, porventura, os dois melhores escribas da nossa praça: os nossos vizinhos Carlos Rodrigues e JNAS